MAC/20: Mines and Communities

Brazil's Vale fined over timber - Gobierno brasileño multa a minera Vale

Published by MAC on 2008-07-14

Brazil fines miner Vale over timber

Associated Press

11th July 2008

SAO PAULO, Brazil - Brazil's environmental agency said Thursday it has fined mining giant Vale more than $3.1 million for allegedly selling thousands of cubic feet of timber illegally.

The agency, Ibama, said in a statement that the company was given permission to expand its mining activities by clearing a thickly forested area in the northern state of Para.

It said the logging should have resulted in 411,400 cubic feet of felled wood, but inspectors found only 95,300 cubic feet at the site. It alleged that the difference was sold illegally.

Vale, or Companhia Vale do Rio Doce, said it had initially overestimated how much timber would be cut to clear the area for a bauxite mine. "The allegations that the difference between the estimate made and the amount of felled wood found were the result of illegal sales are completely unfounded," the company said.


Gobierno brasileño multa a minera Vale

Associated Press - 10 de julio 2008

SAO PAULO - La oficina encargada del Medio Ambiente de Brasil informó que había multado al gigante minero Companhia Vale do Rio Doce con más de cinco millones de reales (3,1 millones de dólares) por la presunta venta ilegal de aproximadamente 9.500 metros cúbicos (335.450 pies cúbicos) de madera.

La oficina anunció a través de un comunicado que emitió el jueves que la empresa había obtenido un permiso para deforestar una zona en el stado norteño de Pará que resultaría en la producción de 11.650 metros cúbicos (411.370 pies cúbicos) de madera.

Sin embargo, inspectores de la oficina descubrieron 2.700 metros cúbicos (95.339 metros cúbicos) de madera en el lugar.

La empresa ha rechazado las acusaciones.


Ibama multa a Vale por venda ilegal de madeira

Bettina Barros | Valor Econômico

11 de Julio 2008

SÃO PAULO - A mineradora Vale do Rio Doce foi autuada pelo Ibama em R$ 5 milhões pela suposta venda ilegal de 9,5 mil metros cúbicos de madeira na região de Paragominas, no Pará. Segundo o órgão, a multa foi aplicada após denúncia formal de desaparecimento de madeira na região, onde a Vale inicia suas operações de mineração de bauxita. A empresa nega irregularidades e afirma que um erro técnico grave de sua parte levou ao mal-entendido.

Não houve remoção ilegal de madeira , disse Luiz Cláudio Castro, diretor de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Vale. Foi um erro grave amostral (sic), uma avaliação equivocada.

Antes de iniciar o trabalho de mineração, a Vale teve de solicitar, em 2005, autorização de supressão de áreas verdes à Secretaria de Meio Ambiente do Pará (Sema) para avançar suas frentes de lavra. Em seu inventário florestal, realizado a partir de uma amostragem, a empresa constatou a necessidade de retirar 11,6 mil m3 de madeira. Na operação de fiscalização, no entanto, o Ibama encontrou apenas 2,7 mil m3.

Não encontramos os outros 9 mil m3 que constavam no inventário e nem a documentação (DOF, Documento de Origem Florestal) que explicasse a destinação da madeira que faltava , afirmou Luciano Evaristo, coordenador-geral de fiscalização do Ibama. Segundo ele, dos 2,7 mil m3, 612 m3 eram de espécies de madeira que tampouco constavam no inventário florestal da Vale - e que, portanto, não poderiam ser derrubadas.

A Vale, que tem investimentos previstos de US$ 700 milhões na mina da bauxita em Paragominas, defende que o Ibama não encontrou a diferença porque não havia o total de madeira previsto em seu inventário. Segundo a empresa, ela errou ao superdimensionar o volume de madeira na área de operação, de 358 hectares.

A amostragem cobriu apenas 14% da área de 358 hectares. Foi um número acanhado e concentrado , diz Castro. Na verdade, teriam de ser cobertos 20%, que é de praxe, e em diversas áreas. O executivo afirmou que os funcionários foram afastados e uma empresa independente foi contratada para refazer o inventário florestal da empresa na região.

A Vale tem até 20 dias para entrar com sua defesa no Ibama. Esperamos que eles entendam o que ocorreu , disse Castro. O Ibama estranha a explicação. Já vimos erros de margens pequenas. Mas nove mil metros cúbicos?

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